PLACE BRANDING NÃO É IDENTIDADE VISUAL

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Se branding não é identidade visual, place branding também não é!

Há tempos usamos esse espaço para discutir e promover o pensamento alinhado para a marca, originalmente chamado de branding. Ao decorrer dos anos o termo foi ganhando contornos glamurosos e da mesma forma que aconteceu com alguns de seus primos, como design e design thinking, foi absorvido por diversos segmentos e profissionais, com boas intenções ou não. Ao que parece não basta mais fazer uma boa identidade visual e chama-la de…identidade visual, agora toda a identidade visual tem que ser… branding.

Você que nos lê, sabe bem que branding é um ecossistema muito maior que a identidade visual e também sabe que branding é, na definição que usamos aqui, A gestão da dinâmica de relacionamento entre marcas e pessoas. Nesse ponto de vista, identidade visual e portanto o design é um dos pontos que compõe esse rico e complexo ecossistema.

Em textos anteriores como esse falamos bastante sobre essa nova abordagem do branding chamada de Place Branding. Sob o ponto de vista do Place Branding, os lugares são vistos como marcas e portanto tratados como tal. Da mesma forma que não basta só um “desenho bonito” para reposicionar uma marca, só uma identidade visual também não é capaz de fortalecer as características de um lugar.

Alguns lugares possuem “landmarks” capazes de inseri-los no mapa por si só, como torres Eiffels e Muralhas da China da vida. Mas isso não acontece com todos os lugares, não é verdade? E daí? o que fazer?

Acreditamos que assim como as marcas de consumo, os lugares também tem suas características distintivas, basta bom senso e esforço para localiza-las. Essas características podem ser estéticas, culturais, sociais, econômicas ou um conjunto delas. O place branding trata da potencialização dessas características, trabalhando estratégias e ações que envolverão seus moradores e governantes e servirão de “suporte” para uma mudança gráfica, como um novo logotipo da cidade, por exemplo.

Assim como no branding tradicional, acreditamos que o place branding também deva ser fruto de processos colaborativos e participativos e não só resultado de uma votação entre propostas. Esse é um processo custoso e demorado, mas uma das formas de promover o envolvimento do maior número possível de pessoas de diferentes esferas como: poder público, empresários e população. Ninguém sabe mais sobre um lugar do que as pessoas que vivem nele ou “Community is the expert” como disse Fred Kent do PPS.

No fim do dia o Place Branding quer criar uma idéia comum ( e não única) que envolva, represente e fortaleça as características de um lugar com o objetivo de torná-lo único e com isso garantir seu “sucesso” e sua perpetuação.

NULLUS LOCUS SINE GENIO

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2 Commentários » | julho 17th, 2015

Doritos e Sum of Us em: A Cheesy Love Story

“E agora Doritos?” Deve ser esse o pensamento dos gestores de marca da PEPSICO neste momento.

Doritos Parody - Sum of Us

 

O concurso de comercias, o “Crash the Super Bowl”, é uma estratégia que tem quase 10 anos, e se tornou um ponto fraco para a marca Doritos nesse início de 2015. A mecânica é simples, o público pode criar um comercial criativo para a Doritos e submeter no site da campanha, o vencedor tem seu comercial veiculado durante o Super Bowl e ainda fatura alguma quantia em dinheiro.

O “vídeo protesto” desenvolvido pela instituição Sum of us conscientiza sobre o desmatamento de florestas tropicais, de onde a marca retira o óleo vegetal para produzir  suas famosas tortilhas, e os impactos que isso causa aos animais.

E agora Doritos de onde vem sua matéria prima?

Confira o vídeo!

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Sem Comentários » | janeiro 14th, 2015

Branding para Startups

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O termo mais ouvido, no mundo dos negócios, nos últimos tempos é startups.

Sim, num primeiro momento, pode parecer simples definir o termo. Os mais leigos no assunto diriam: startups são empresas que estão começando. Sim, não deixa de ser uma possível definição, mas isso seria um tanto raso, existem outros tantos valores e classificações que definem uma empresa startup.

Na verdade startup, sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e coloca-la em funcionamento, mas para entender como a expressão somou outras possíveis definições é preciso voltar dezoito anos no tempo.

Mais precisamente em 1996. Ano em que o mundo assistia ao nascimento da ovelha Dolly, o animal que virou símbolo da evolução científica por ser o primeiro mamífero clonado a partir de uma célula adulta.

Ano em que o Brasil tentava desvendar a misteriosa morte de PC Farias, que por meses a fio ocupou as capas dos principais veículos de comunicação, assim como a trágica morte dos integrantes do grupo Mamonas Assassinas.

Mas outro acontecimento mudaria para sempre os rumos da comunicação e do relacionamento entre pessoas, entre marcas e empresas. O fenômeno da “bolha da internet” crescera em tamanha proporção que ultrapassou fronteiras, até que a onda gigante desaguasse em terras tupiniquins.

E foi assim que, dentre outras tantas coisas, o termo startup começou a ser usado aqui.

Nesse início, a definição surgiu como um grupo de pessoas que trabalhava com uma ideia diferente, que aparentemente poderia fazer dinheiro.

Com o passar do tempo, o mundo dos negócios foi ampliando ainda mais esse leque. Os mais conservadores dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup, outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores.

Para o Sebrae, startup é uma empresa nova , até mesmo embrionária ou ainda em fase de constituição, que conta com projetos promissores, ligados à pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras.

Outra definição, que parece satisfazer diversos especialistas e investidores é: uma startup é formada por um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza. Apesar de sucinta, a definição envolve diversos conceitos.

Quando falamos em gerar valor com um modelo de negócio que permita isso, falamos literalmente como transformar o seu trabalho em dinheiro, o fato desse negócio ser repetível significa que a empresa startup deve ser capaz de entregar o mesmo produto em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente.

O ser escalável é o sucesso de uma startup. Crescer em receita ao mesmo tempo que os custos aumentam lentamente. Isso proporciona um acúmulo de lucros e gera mais riqueza.

E por fim tudo isso num cenário de extrema incerteza, extrema incerteza ? Sim, não há como afirmar se aquela ideia ou projeto de empresa irá realmente dar certo.

Para corroborar tal afirmação, uma recente pesquisa divulgada pela Fundação Dom Cabral ( FDC), mostra que 25% das startups brasileiras não sobrevivem a um ano de existência, ou seja, uma a cada quatro morre nos doze primeiros meses.

Mas por que?

Vários são os fatores :

O capital que se tem para abrir a empresa, por exemplo. A pesquisa ouviu quem tinha dinheiro para apenas um mês de vida e quem tinha capital de giro e fôlego até um ano. E pasmem, quem tinha fôlego para aguentar o primeiro ano tem 3,2 vezes mais chances de falir do que aquelas que só têm dinheiro para um único mês. Segundo a pesquisa a explicação é: investir uma grande quantidade de recursos na startup antes dela começar a faturar aumenta as chances de insucesso e indica que, para essas empresas, o melhor é ter foco na realidade do mercado.

Mas, um outro dado da pesquisa chama ainda mais atenção.

Os pesquisadores descobriram que as chances de fracasso de uma startup aumentam quando a empresa tem muitos sócios.

A cada sócio que se dedica integralmente ao negócio, a chance de dar errado aumenta em 1,24 vez. De acordo com a Fundação Don Cabral muitas vezes, os interesses pessoais e profissionais dos sócios não convergem, resultando em problemas de relacionamento.

Parece óbvio que os sócios tenham que ter o mínimo de afinidade para abrir um negócio juntos, mas às vezes acreditar na mesma ideia não significa trilhar o mesmo caminho e aí que mora o perigo.

A palavra chave que pode servir de antídoto para diluir qualquer problema de relacionamento entre sócios é: Alinhamento.

Tradicionalmente as startups não se preocupam com branding, por uma simples questão, elas ainda não sabem exatamente qual será o seu negócio. No universo startup é comum ouvir a expressão “pivotar”, que significa que a nova empresa precisa procurar outro modelo, outro produto ou até outro objetivo para seu negócio dar certo.

Acredito, e temos visto essa preocupação nas conversas com os jovens empreendedores ( e não tão jovens também) que cada vez mais as startups começam alinhadas com um propósito. Esse propósito, que é diferente de essência da marca, é geralmente o que liga as pessoas que estão no empreendimento, ou pelo menos deveria ser.

Outra coisa que se ouve muito é que os projetos de startups vão arrebanhando gente e quando se dão por conta não se sabe mais como lidar com esse bando de sócios. Aí o branding pode ajudar também. Nessas horas um simples “porque?” pode resolver a situação. Porque vocês estão nesse negócio? pergunta simples e auto seletiva assim! A resposta automática não conta: ganhar dinheiro, quero a segunda resposta, o que motiva cada um a estar ali!, como o Caio Esteves disse no último seminário sobre startups que participou.

Essa é uma colaboração do branding no processo, as vezes esquizofrênico, das startups. Entender o que motiva os sócios, ajudar a criar o alinhamento, a cola entre esse grupo de pessoas.

Dessa forma, teremos uma “idéia comum” que é muito diferente de uma “idéia única”. Essa idéia comum pode otimizar esforços, afinar o time e ser o primeiro passo para uma proposta de marca.

Foi pensando nesse ritmo frenético das startups que aprimoramos o programa chamado startup branding da CEB+D que agora conta com uma ferramenta chamada BETABRANDING.

O BETABRANDING é uma metodologia nova da agência que adequa a nossa dinâmica colaborativa de branding as necessidades específicas das startups.

Nesse programa você terá velocidade, dinamismo nas correções de rota e trabalhará sempre com sua proposta de marca também em beta, assim como você trabalha a sua empresa!

Dessa forma só fechamos sua proposta de marca quando você definir seu negócio e enquanto isso você tem a tranquilidade e segurança de apresentar seu projeto de forma correta e profissional, sem arcar com os custos de um projeto de marca completo nesse período inicial de incerteza.

 

 

 

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Sem Comentários » | outubro 15th, 2014

Place branding e Placemaking. O que são e como se completam?

 

Parque Porto Madero

Parque Porto Madero

 

No  começo de Outubro aconteceu o congresso “Future of Places” em Buenos Aires, na Argentina. Esse foi o segundo de uma série de 3 encontros internacionais para a discussão de placemaking. Infelizmente, por uma série de compromissos profissionais, não pude participar da primeira edição em Estocolmo no ano passado, mas a proximidade com o evento facilitou bem a vida esse ano.

Mas antes de tudo, o que é placemaking?  Para a organização sem fins lucrativos PPS ( Projects for public spaces) placemaking é :

“ Ao mesmo tempo uma ideia abrangente e uma ferramenta prática para melhorar um bairro, cidade ou região, uma abordagem transformadora que inspira as pessoas a criar e melhorar os seus locais públicos. Placemaking fortalece a conexão entre as pessoas e os lugares que eles compartilham. Mais do que apenas a criação de uma melhor concepção urbana de espaços públicos, placemaking facilita padrões criativos de atividades e conexões (culturais, econômicos, sociais, ecológicos) que definem um lugar e apoiar sua evolução contínua.

 http://www.pps.org/reference/what_is_placemaking/ 

Podemos dizer que o placemaking é uma filosofia de transformação de espaços públicos através da articulação da sociedade. Em contra partida ao urbanismo “modernista”, tradicionalmente vinculado a figura do arquiteto/urbanista criador, dono de uma verdade inquestionável, o placemaking trabalha na esfera local, pontual, ou como disse Cecília Martinez “ Precisamos perguntar as pessoas como elas querem viver e não assumir que nós sabemos como elas querem viver”. Outra citação famosa e que se encaixa nessa discussão se refere ao projeto de Brasília, duramente criticado por um dos pensadores da disciplina, Jan Gehl:

“O projeto é feito para ser visto de cima, como se o arquiteto soltasse os projetos de um avião. Ninguém se preocupou em saber como é a vida lá embaixo”
Tradução livre do depoimento dado no filme Urbanized

Aliás, essa crítica criou um outro conceito famoso “ A síndrome de Brasília”. Para Jan Gehl, placemaking é construir cidades para pessoas.

A primeira vez que li esse termo me lembrei instantaneamente da minha primeira visita a Brasília ( na verdade foi a segunda, havia ido muito tempo antes, longe de sonhar com a ideia de me tornar arquiteto) ainda estudante de arquitetura e da dificuldade que tive ao tentar atravessar a pé ( vejam só que ideia mais estúpida) o canteiro central do eixo monumental. Tive essa mesma ideia estúpida uma outra vez, uns 10 anos depois e fui atropelado por uma coruja, no meio do canteiro, mas essa é outra história…

Num momento onde a cidade de São Paulo discute a implantação de ciclovias, e de um novo plano diretor, com depoimentos apaixonados prós e contras, a discussão do placemaking parece ser ainda mais pertinente. Essa “filosofia” propõe a discussão sobre o modelo de cidade que queremos, o modelo de desenvolvimento que queremos, enfim, como queremos viver nas nossas cidades.

No congresso era evidente o desconforto com a relação atual entre as cidades e carros, para Fred Kent, “Quando projetamos uma cidade/país em torno dos carros, nós teremos mais carros”

Provavelmente não por acaso o evento desse ano ocorreu em Buenos Aires. Mesmo ao sair do hotel onde o evento acontecia e me deparando com uma avenida extremamente larga ( 9 de julio), era fácil perceber porque B.As é uma “walkable City”. O micro centro, bairros como Palermo, San Telmo, a implantação de quilometros de ciclovias, e de um sistema de transporte público( baseado no Transmilênio colombiano, que é baseado no sistema curitibano), o comércio no térreo, tanto em bairros populares quanto em bairros nobres, a vida na rua…sim, Buenos Aires é e continua sendo uma cidade vibrante, o que automaticamente causa uma certa inveja a todos os brasileiros presentes no evento…

Mas, não é apenas sobre a qualidade urbana que o tema trata, ele insere lugares no mapa com suas verdadeiras vertentes de interesse, em outras palavras, ele exalta e trabalha o que a cidade ou bairro tem a oferecer à população, e também a seus visitantes, seus principais “produtos e serviços”. Se pensarmos nas cidades como marcas, a compreensão do tema pode tomar outra dimensão.

Mas e o que tudo isso tem a ver com branding? Ainda não está óbvio? O pensamento de placemaking, assim como o branding, começa de dentro pra fora. Os lugares criados devem necessariamente representar os anseios da comunidade e com isso sua identidade !!! Nesse sentido o Place Branding é mais uma ferramenta poderosa de engajamento comunitário.

Para António Manuel Leite Rebelo, o place branding pode colaborar para:

- a diferenciação do lugar;

- facilitar o processo de escolha no processo de atração de investimentos;

- identificar, proteger e divulgar culturas;

- identificar, proteger e divulgar tradições;

- dar uma identidade que eventualmente ainda não tenha a uma localidade ou uma região;

- divulgar a localidade;

- atrair investimento;

- ser marca umbrella para os produtos e serviços locais que vão ser disponibilizados

Imaginamos que o Place Branding também pode:

- Fortalecer a identidade local e suas características distintivas

- Alinhar/ construir uma carga conceitual e simbólica capaz de engajar a população em torno de uma mesma ideia e criar senso de pertencimento, fortalecendo o senso de lugar.

- Alinhar conceitualmente a percepção interna ( moradores) e percepção externa ( visitantes)

- Criar um engajamento entre governantes, negócios locais e sociedade civil em uma visão comum capaz de integrar grupos de pessoas.

- Historicamente, o Place Branding vem sendo tratado como uma ferramenta de atração de turistas, muito relacionada a “Marca-destino” ( Destination Branding).

Assim como acreditamos que todas as marcas possuem características distintivas, algo que lhes é nato, e que as vezes está em camadas bem superficiais da personalidade e outras escondidas nas profundezas do caráter, os lugares também possuem essas características. Dessa forma não acredito que seja necessário ter uma Torre Eifell para ser uma “marca lugar”, assim como não se precisa de enormes avenidas para ser uma cidade.
Mas, para gerir a marca de uma localidade é necessário compreender seus atributos, suas particularidades, cultura, valores, histórias e etc. É necessário compreender a fundo suas funcionalidades (aspectos tangíveis) e seus valores (aspectos intangíveis), pois são eles que irão fortalecer esse lugar/marca e também contribuir para o seu “sucesso”. 

São esses aspectos que determinam as experiências, positivas ou negativas, de um lugar. As experiências engajam a população, e, é a percepção desta população que reforça a reputação do lugar, ou seja, ela deve torna-se a principal defensora de uma marca-lugar. Da mesma forma, os visitantes também devem se relacionar com o lugar. Uma experiência única, coerente e coesa, alinhada entre interior/ exterior, morador e visitante, reforça a característica de uma marca-lugar.

Esse alinhamento de experiências e impressões, inclusive me faz questionar o uso e desenvolvimento de Identidades Visuais turísticas para as cidades. Buenos Aires mesmo, tem uma identidade visual turística ( B.A em todo está vos). Claro que os brasões que representam as cidades talvez não sejam a representação gráfica ideal capaz de “encantar” ( odeio essa expressão) turistas e moradores. Se pensarmos, através da perspectiva do branding, não faz nenhum sentido identidades visuais diferentes, não é verdade? Pois é, identidade visual não é, necessariamente, branding.

Diante dessa reflexão, podemos concluir que Placemaking e Place Branding são disciplinas complementares, sendo a segunda capaz de reforçar e comunicar características distintivas dos lugares, que precisam ser lugares para poderem ser “marcas lugar”. Afinal não existe marca-lugar sem um lugar e não existe lugar sem “espírito”.

Nullus Locus Sine Genio

Gehl, Jan. Cidades para Pessoas. São Paulo. Perspectiva. 2013

Rebelo, António Manuel. A criação, gestão e monitorização de place branding para o desenvolvimento regional. Universidad de Santiago de Compostela, Espanha. Brandtrends 2013

PPS. http://www.pps.org/reference/what_is_placemaking/  acessado em 21/09/2014

Future of Places. Buenos Aires 2014.

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Tags: , ,  | Sem Comentários » | setembro 22nd, 2014

The Dancing Traffic Light

Esperar alguns minutos para atravessar a rua, em meio à correria do dia a dia, pode se tornar uma eterna tortura. Mas calma, e se houvesse uma atração enquanto isso, a espera seria mais agradável?

Ao invés de colocar sua vida em risco e tentar atravessar a rua no “sinal vermelho”, curta um som e dance um pouco com o Semáforo Dançante. Essa foi a proposta da estratégia desenvolvida pela agência de publicidade alemã, a BBDO, para a Smart de Portugal. Confira o vídeo:

Uma cabine foi instalada em uma praça, e os pedestres interessados podiam entrar e arriscar alguns passos de dança. Dois para lá, dois para cá, e conforme dançavam seus os movimentos eram transmitidos para um semáforo da cidade, fazendo com que o “bonequinho” vermelho reproduzisse os passos. Com uma trilha sonora divertida, as pessoas entraram no ritmo e, impressionantemente, 81% esperaram até o final do pequeno espetáculo do semáforo para poder atravessar a rua.

 

E você, esperaria o “bonequinho” terminar sua performance?

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Tags: , , ,  | Sem Comentários » | setembro 18th, 2014

Caio Esteves no II Seminário Startups e Novos Negócios

No dia 02 de outubro acontece, em São Paulo, o II Seminário Startups e Novos Negócios, realizado pela AMCHAM Brasil – Câmara Americana de Comércio – e o sócio-diretor da CEB+D, Caio Esteves, foi convidado para marcar presença no evento como um dos painelistas.

CAIO ESTEVES

O evento terá a presença de diversos convidados que irão debater temas pertinentes e imprescindíveis para quem está começando um novo negócio, tais como: Business Plan, atração e busca de investidores, formação e capacitação de equipes, lançamento e comunicação de novos negócios.

O encontro dará apoio e base aos empreendedores que estão iniciando, ou pretendem iniciar suas empresas, com exemplos reais de marcas de destaque que começaram sua história como startups, como a iFood e Wine. A CEB+D possui um programa voltado especialmente para empresas startups e considera que debates, como este, são essenciais para que novos empreendedores comecem sua jornada de maneira correta e assertiva. Confira a programação no site da AMCHAM, ainda dá tempo de se inscrever: http://bit.ly/1qAXChv.

 

Caio Esteves

Sócio-diretor da CEB+D, é formado em Arquitetura e Urbanismo e pós-graduado em Branding.. Atualmente é professor do MBA Branding Innovation em São Paulo.

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Tags: , , , , ,  | Sem Comentários » | setembro 11th, 2014

Agora tudo virou ‘for Work’ para a Google

A empresa norte americana soltou uma nota no seu blog oficial explicando o redirecionamento da marca. O presidente executivo Eric Schmidt garante a nova postura da marca, que há cerca de 10 anos oferece soluções para o setor empresarial. O seu serviço corporativo Google Enterprise será rebatizado de Google for Work.

Google for Work

O que efetivamente muda com esse reposicionamento da marca?

Todos os produtos e serviços da Google Inc. receberão a assinatura ‘for Work’, por exemplo, o email será Gmail for Work, a agenda será Calendar for Work, e por aí vai. Devemos esperar mais algumas mudanças no direcionamento da empresa. Especulações começam a ser feitas nas altas rodas de discussões, como um nova identidade visual, novos produtos e serviços, e outras novidades; mas nós teremos que esperar um pouco mais para descobrir as próximas mudanças.

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Tags: , , ,  | Sem Comentários » | setembro 4th, 2014

CEB+D | Startup Branding

Você sabe o que a Boutique tem? Descubra o que é o programa “Startup Branding”.

CEB+D | Startup Branding from CEB+D on Vimeo.

 

Acreditamos na disseminação do branding e design, e não vemos o tamanho do cliente ou budget. Nosso programa de incentivo às marcas que estão iniciando funciona para contribuir com o seu crescimento, sempre cientes do poder transformador e solidificador do branding e do design.

No programa Startup Branding, envolvemos a mesma metodologia dos programas extensos, porém com uma atuação restrita a um universo menos amplo, típico de uma empresa iniciante.

Venha bater um papo com a gente, e descobrir o que podemos fazer pela sua marca.

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Tags: , , , , , ,  | Sem Comentários » | setembro 2nd, 2014

Bump Mark, o selo que te ajuda com a validade dos produtos

Já pensou em uma etiqueta que te avisa se o seu produto não está tão saboroso quanto poderia estar há alguns dias atrás?

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Pois bem, a designer inglesa, Solveiga Pakstaite desenvolveu uma inteligente etiqueta que se altera de acordo com o prazo de validade dos alimentos. A ideia é reduzir o desperdício e oferecer um método mais eficaz para o controle de qualidade.
Pakstaite criou o Bump Mark – um selo composto de gelatina que se transforma à medida que os alimentos vão se degradando. Confira:

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O selo é colado no exterior de embalagens, e sua gelatina “estraga” na mesma velocidade que alimentos à base de proteína, já que possui uma composição biológica semelhante.A ideia é bem inteligente, pois a gelatina se degrada na mesma velocidade que o produto, tornando perceptível que o consumidor sinta os relevos da base do selo. A designer promete que irá continuar estudando a viabilidade de desenvolver uma gelatina à base de plantas para ser utilizada em embalagens de frutas, legumes e verduras.
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O Bump Mark foi o trabalho de conclusão de curso da designer, que agora concorre ao prêmio Dyson Awards de 2014.


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Tags: , , ,  | Sem Comentários » | agosto 27th, 2014

A nova CEB+D

Estamos de casa nova, time novo e, também, novo conceito. Venha conhecer a nova sede e tomar um chá conosco.

 

CEB+D Agência de Brading from CEB+D on Vimeo.

 

Somos uma “Agência Boutique”, e nos orgulhamos disso. Aqui, o nosso relacionamento com os clientes é feito de forma completamente única e personalizada, nos atemos sempre às necessidades reais das marcas, entendendo seus objetivos, mergulhando fundo na sua essência e imaginando novos cenários de expansão. Nosso espaço é intimista, integrado, multidisciplinar e faz com que todos se sintam em casa, traduzindo aquela sensação de ser único, que só um relacionamento cuidadoso é capaz de criar.

Nos diferenciamos das agências mega estruturadas, globais, sem cara, que oferecerão soluções genéricas no mesmo tempo que se espera um pastel no balcão. Somos especialistas em Branding e Design, estudamos a fundo o cenário atual e desenvolvemos projetos que ajudarão a fomentar ainda mais a sua marca. Todos os nossos clientes são atendidos da mesma forma, independente do seu budget ou quantidade de trabalhos solicitados. Aqui, prezamos pela qualidade e não pela quantidade. Confira o que fazemos aqui.

Venha nos conhecer e ver o que podemos fazer pelo seu negócio.

 

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Tags:  | Sem Comentários » | agosto 18th, 2014